Santo Amaro da Imperatriz


     Santo Amaro da Imperatriz é a capital das águas termais. A colonização de Santo Amaro da Imperatriz   está ligada à descoberta da fonte de águas termais, por caçadores, em 1813. O Governo Imperial destacou então um contingente policial para a guarda do local, já que a região era habitada por índios hostis. Em 18 de março de 1818, o rei Dom João VI determinou a construção de um hospital - foi a primeira lei de criação de uma estância termal no Brasil. Em outubro de 1845, Santo Amaro da Imperatriz recebeu a visita do casal imperial Dom Pedro II e Dona Teresa Cristina, que mandou construir um um prédio com quartos e banheiras para visitantes em busca de alívio para suas dores. Em homenagem a Imperatriz, à localidade, nos arredores da cidade - que se chamava Caldas do Cubatão -, foi rebatizada como Caldas da Imperatriz.

    Dotado de mata atlântica, cachoeiras, rios e águas em abundância contornados pela Serra do Tabuleiro. É o destino perfeito para quem é adepto ao ecoturismo. Possui uma geografia propícia para a prática de rafting, rapel e escalada, canoagem, vôo livre, parapent e trekking. Além disso oferece uma das melhores condições do Estado para a prática de vôo livre. E ainda conta com destaque para as fontes termo-minerais que jorram a temperatura média de 39ºC, são comparadas as melhores do mundo devido as suas propriedades relaxantes e terapêuticas.

    Hoje, a infra-estrutura turística da cidade está à altura da vocação natural do município, com boa oferta hoteleira e restaurantes de variados estilos.

 

 

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